Brainstorming é uma reunião de geração de ideias em que um grupo levanta o maior número possível de soluções para um problema, sem julgar nenhuma delas na hora. A palavra vem do inglês e é traduzida como “tempestade de ideias”. O formato foi popularizado pelo publicitário Alexander Osborn em livro dos anos 1950 e se apoia em quatro regras.
Este guia entrega o método na ordem em que ele é usado: o que é, as quatro regras, as três fases de uma sessão, um roteiro de sete passos, as técnicas mais comuns e o que fazer na hora de escolher a ideia. No fim, vem o que a pesquisa encontrou quando foi medir o formato, que é o que explica por que o roteiro tem a forma que tem.
Resumo rápido
- Definição. Brainstorming é a reunião em que um grupo gera ideias sobre um problema com as críticas suspensas, para separar o momento de propor do momento de avaliar.
- As quatro regras. Diehl e Stroebe (1987) resumem assim as regras do método de Osborn: quanto mais ideias, melhor; quanto mais livre a ideia, melhor; melhore ou combine ideias já sugeridas; e não critique.
- As três fases. Preparação (o problema escrito em uma frase, com número), geração (ideias sem julgamento) e seleção (a escolha, que acontece em outra reunião). A separação em três fases é organização da CGLC.
- O roteiro, que é da CGLC. Sete passos, cerca de noventa minutos, para uma sala de cinco ou seis pessoas. Ele começa com dez minutos de silêncio e papel, e termina com responsável, gatilho e data.
- As técnicas. Rodada individual antes da conversa, brainwriting, 6-3-5, brainstorming reverso e brainstorming individual. Quase todas atacam o mesmo gargalo: numa sala, só uma pessoa fala por vez.
- O que a evidência mostra. Dos 22 experimentos reunidos por Diehl e Stroebe (1987), 18 relataram desempenho superior dos grupos nominais, isto é, do mesmo número de pessoas trabalhando separadas. É esse achado que, na nossa leitura, justifica o silêncio inicial do roteiro.
- A escolha tem defeito próprio. Rietzschel, Nijstad e Stroebe (2010) identificaram a tendência forte dos participantes deles a selecionar ideias viáveis e desejáveis, ao custo da originalidade.
O que é brainstorming
Brainstorming é um formato de reunião com um objetivo único: produzir muitas ideias sobre um problema antes de qualquer julgamento delas. A lógica é separar duas atividades que normalmente acontecem juntas e atrapalham uma à outra. Enquanto se propõe, não se critica. Enquanto se critica, não se propõe.
O termo foi popularizado por Alexander Osborn, publicitário norte-americano, em livro dos anos 1950. Em português ele aparece traduzido como “tempestade de ideias”, e o nome descreve bem o que se espera da primeira metade da sessão: volume, velocidade e nenhuma triagem.
Serve para qualquer problema que tenha mais de uma saída possível e nenhuma óbvia: um gargalo na operação, uma reclamação que se repete, um produto que não vende, um processo que ninguém entende. Não serve para decidir. Decidir é a fase seguinte, e ela tem regras próprias.
As 4 regras do brainstorming
As quatro regras são o que distingue uma sessão de brainstorming de uma reunião comum. Diehl e Stroebe (1987) resumem as regras do método assim: quanto mais ideias, melhor; quanto mais livre a ideia, melhor; melhore ou combine ideias já sugeridas; e não critique. São as quatro que os manuais de facilitação repetem até hoje.
| Regra | O que ela quer dizer | O que costuma acontecer na prática |
|---|---|---|
| Não critique | Nenhuma ideia é avaliada durante a geração | A crítica não é dita, mas aparece na expressão de quem ouve, e quem propôs percebe |
| Quantidade primeiro | Quanto mais ideias, maior a chance de haver uma boa | O grupo para quando a lista parece suficiente, não quando as ideias acabam |
| Ideia livre é bem-vinda | Quanto mais fora do padrão, melhor | Quem propõe algo distante costuma emendar sozinho o motivo pelo qual não daria certo |
| Combine e melhore | Pegar carona na ideia do outro é encorajado | É o ganho que o formato em grupo promete, e é o que mais se perde quando um só fala |
Na nossa prática: a regra que mais se perde não é a de não criticar, é a de combinar e melhorar. Quase toda sessão que acompanhamos consegue segurar a crítica por meia hora. Quase nenhuma consegue fazer a segunda pessoa pegar a ideia da primeira e melhorá-la, porque a conversa anda rápido demais para isso. O passo 4 do roteiro existe por causa dessa perda.
As 3 fases de uma sessão de brainstorming
Na nossa prática: uma sessão que funciona tem três fases, e a maior parte dos problemas que vemos nasce de misturar duas delas. A divisão abaixo é a que usamos na CGLC.
| Fase | O que acontece | Erro que a define quando falha |
|---|---|---|
| 1. Preparação | O problema é escrito em uma frase, com número. As pessoas certas são convidadas, e só elas | Convocar a reunião com um assunto em vez de um problema |
| 2. Geração | As ideias saem sem julgamento, primeiro em silêncio e depois em voz alta | Deixar a avaliação entrar no meio, por comentário ou por expressão |
| 3. Seleção | As ideias são comparadas e uma é escolhida, com critério declarado | Decidir no calor da mesma reunião, quando a ideia mais confortável ganha sozinha |
Como fazer brainstorming passo a passo
O roteiro abaixo é a versão que usamos quando conduzimos uma sessão de ideias dentro de uma PME. Ele leva cerca de noventa minutos e cabe numa sala com o dono, o encarregado da área e mais três ou quatro pessoas que executam. É recomendação da CGLC, montada a partir do que as fontes deste artigo relatam. Não é protocolo publicado por elas.
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1. Escreva o problema em uma frase, com número
“Perdemos 12 pedidos por mês por atraso na expedição” é um problema. “Melhorar a expedição” é um assunto. Assunto não gera ideia, gera conversa
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2. Gere sozinho antes de gerar junto
Dez minutos de silêncio, cada um escrevendo no próprio papel, sem falar. É a versão de sala do arranjo que a pesquisa chama de grupo nominal, que rendeu mais em 18 dos 22 experimentos. Nos estudos as pessoas geravam de fato separadas
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3. Leia tudo antes de comentar qualquer coisa
Cada um lê a própria lista inteira, sem interrupção e sem defesa. Só depois da última lista alguém abre a boca. Isso desarma o bloqueio de produção sem perder o aproveitamento das ideias dos outros
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4. Faça uma segunda rodada individual
Mais cinco minutos de silêncio, agora que todo mundo já foi ouvido. É aqui que aparece a combinação de duas ideias, que é o que o formato em grupo promete de melhor
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5. Separe a seleção da geração, em outro dia
Escolher no calor da sessão empurra para a ideia segura. Marque a decisão para outro momento e leve a lista fechada
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6. Na seleção, peça originalidade em voz alta
Diga explicitamente que a tarefa é escolher a mais original. A mais fácil já ganha sozinha. E avise o time de que a escolha vai parecer menos confortável, porque é assim mesmo
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7. Feche cada ideia escolhida em plano
Ideia sem responsável com nome, sem gatilho e sem data volta para a parede. Aqui o instrumento é o plano de ação, não a sessão de ideias
Na nossa prática: o passo 2 é o que mais encontra resistência, porque parece burocrático demais para uma sala de cinco pessoas. É também o passo mais próximo do arranjo que a evidência sustenta. E o passo 5 é o que mais muda o resultado no mês seguinte. Para transformar a ideia escolhida em algo que chega a quem executa, o caminho está no plano de ação em 5W2H.
Técnicas de brainstorming
As variantes abaixo são as mais usadas, e quase todas atacam o mesmo gargalo: numa sala, só uma pessoa fala por vez, e quem espera a vez segura a própria ideia enquanto ouve a dos outros. Elas são descritas aqui como formatos correntes de facilitação. A única ligação com as fontes deste artigo está na legenda da tabela, e vale para a contribuição escrita contra a falada.
| Técnica | Como funciona | Quando usar |
|---|---|---|
| Rodada individual antes da conversa | Todo mundo escreve em silêncio por dez minutos e só depois se fala | Padrão. É o passo 2 do roteiro |
| Brainwriting | Cada pessoa escreve as próprias ideias e os papéis circulam para que os outros complementem | Quando o time tem gente calada ou quando há diferença grande de hierarquia na sala |
| 6-3-5 | Seis pessoas escrevem três ideias em cinco minutos e passam a folha adiante, em rodadas | Quando o problema é conhecido de todos e o objetivo é volume em pouco tempo |
| Brainstorming reverso | Em vez de perguntar como resolver, o grupo lista como piorar o problema, e depois inverte cada item | Quando a sala trava porque as ideias óbvias já foram todas ditas |
| Brainstorming individual | Uma pessoa só gera as ideias, com tempo marcado e o problema escrito | Quando não dá para reunir o time, ou como preparação antes da sessão |
Leitura da CGLC: não é preciso adotar um método novo com nome próprio. A escrita silenciosa nos dez primeiros minutos, que é o passo 2 do roteiro, captura boa parte do que o brainwriting e o 6-3-5 oferecem, e não exige treinar ninguém.
Por que o roteiro tem essa forma: o que a pesquisa encontrou
A promessa original do método era numérica. Osborn escreveu que, seguindo as quatro regras, “a pessoa média consegue pensar o dobro de ideias trabalhando com um grupo do que trabalhando sozinha”.
A frase está transcrita literalmente por Diehl e Stroebe (1987), que a atribuem à página 229 do livro dele. É uma afirmação verificável, e foi verificada.
O teste padrão da área compara dois arranjos. De um lado, o grupo real: as pessoas na mesma sala, falando umas com as outras. De outro, o grupo nominal, que não é grupo coisa nenhuma: é o mesmo número de pessoas gerando ideias separadamente, cada uma por conta, e no fim alguém junta tudo e tira as repetidas.
No artigo de 1987, essa soma é descrita como a produtividade que se esperaria caso a interação do grupo não tivesse efeito. É por isso que o arranjo serve de régua.

Nenhum dos 22 experimentos relatou vantagem do grupo reunido. Segundo Diehl e Stroebe, o primeiro a testar a promessa foi o estudo de Taylor, Berry e Block, de 1958, e ele já tinha achado o contrário.
Mullen, Johnson e Salas (1991) fizeram a integração meta-analítica dessa literatura, e o resumo do artigo diz que, de modo geral, grupos de brainstorming são significativamente menos produtivos que grupos nominais, tanto em quantidade quanto em qualidade.
O resumo de Mullen e colegas acrescenta quatro condições em que a perda foi maior: grupos maiores; presença do experimentador; contribuição falada e gravada, em comparação com contribuição escrita; e o contraste com pessoas de fato sozinhas, em vez de pessoas trabalhando separadas na mesma sala.
Sobre a causa, as fontes concordam no fato e divergem na explicação. Diehl e Stroebe (1987) manipularam o bloqueio de produção diretamente, isto é, a limitação de só uma pessoa poder falar por vez.
No Experimento 4 deles, o contraste entre as condições com e sem bloqueio deu F(1,10) = 42,22, p < 0,01, com 96% da variância entre elas atribuída a essa comparação, e os participantes produziram aproximadamente o dobro de ideias quando podiam falar no instante em que a ideia ocorria. Não era falta de tempo: na condição de grupo, a fala ocupou apenas 73% do tempo disponível.
Já Mullen, Johnson e Salas (1991) relatam padrões altamente consistentes com mecanismos de psicologia social, apenas marginalmente consistentes com mecanismos procedimentais e altamente inconsistentes com mecanismos econômicos. Bloqueio de produção é uma explicação de tipo procedimental, e esse encaixe é leitura nossa: o resumo nomeia as famílias sem dizer em qual delas os autores colocam o bloqueio.
Leitura da CGLC: nada disso é motivo para abandonar a reunião de ideias, e é por isso que o roteiro acima é uma sessão em grupo, e não um formulário. O que a evidência muda é o desenho: o silêncio no começo, a leitura sem interrupção, a segunda rodada individual e a sala pequena existem para ficar com o ganho de ouvir os outros sem pagar o custo de esperar a vez de falar.
Como escolher a ideia certa depois da sessão
Gerar bem não resolve o problema inteiro. Rietzschel, Nijstad e Stroebe (2010) abrem o artigo registrando o pressuposto comum de que inovação bem-sucedida depende de geração criativa, e de que quanto mais ideias forem geradas, maior deveria ser a probabilidade de escolher uma muito boa. Eles acrescentam que a pesquisa já havia mostrado que as pessoas não têm desempenho ótimo na seleção de ideias.
O que identificaram como razão principal do desempenho ruim na seleção foi a tendência forte dos participantes a escolher ideias viáveis e desejáveis, ao custo da originalidade.
Duas tentativas de melhorar isso mexendo no processamento das ideias (instruções de exclusão e notas de qualidade) não tiveram efeito sobre a eficácia da seleção.
Uma coisa funcionou, e ela vem com um preço declarado pelos autores. Instruir explicitamente os participantes a escolher ideias criativas ou originais melhorou a eficácia da seleção quanto à originalidade.
Ao mesmo tempo, isso diminuiu a satisfação dos participantes e a eficácia percebida das ideias escolhidas. Os autores discutem o resultado como um compromisso entre eficácia e originalidade.
Leitura da CGLC: é o achado mais aplicável dos três, e o mais desconfortável. Se o dono de uma PME pedir ao time que escolha a ideia mais original, ele vai conseguir uma seleção mais original e um time menos convencido dela. Sair da reunião com todo mundo satisfeito e uma ideia segura não é sinal de sucesso. Muitas vezes é a assinatura do problema.
Os erros que mais aparecem
| Erro | Por que atrapalha | O que fazer no lugar |
|---|---|---|
| Chamar muita gente | Mullen e colegas relatam perda maior em grupos maiores | Cinco ou seis pessoas que conhecem o problema de perto |
| Deixar o dono sentado assistindo | O resumo relata perda maior na presença do experimentador; ler isso como o chefe assistindo é leitura da CGLC | Ou o dono participa gerando ideia como os outros, ou não fica na sala |
| Começar com todo mundo falando | Só um fala por vez, e quem espera perde a ideia | Silêncio e papel nos dez primeiros minutos |
| Decidir no fim da mesma reunião | Decidir no impulso empurra para a ideia viável e conhecida, e isso é leitura da CGLC | Separar a sessão de decisão, com instrução explícita de originalidade |
| Parar quando a lista parece boa | A regra da quantidade parte do princípio de que a chance de haver uma boa ideia cresce com o número de ideias | Fechar por tempo combinado, não por sensação de suficiente |
| Sair sem responsável e sem data | A sessão vira memória afetiva e nada muda na operação | Cada ideia aprovada sai com responsável, gatilho e data |
Na nossa prática: em PME, os dois erros que mais se repetem são os das linhas 4 e 6. A sala se anima, escolhe no impulso a ideia mais próxima do que já se faz, e ninguém sai responsável por nada.
Trinta dias depois, alguém pergunta em que pé ficou aquilo e a resposta é o silêncio. O que matou o projeto não foi a falta de criatividade. Foi a última meia hora da reunião.
Se a sua empresa precisa de um método de trabalho, e não só de uma sessão pontual, o tema mais amplo está no guia de cultura de inovação, e a discussão sobre o que conta como inovação numa empresa pequena está em o que é inovação. Para desenhar o processo de ponta a ponta, veja como implementar inovação na empresa. E se o seu problema pede uma solução centrada no cliente, o caminho costuma ser o design thinking.
Perguntas frequentes sobre brainstorming
O que é brainstorming e para que serve?
Brainstorming é uma reunião de geração de ideias em que um grupo levanta o maior número possível de soluções para um problema com as críticas suspensas. Serve para separar o momento de propor do momento de avaliar, que é o que costuma travar a conversa quando as duas coisas acontecem juntas. O formato foi popularizado pelo publicitário Alexander Osborn em livro dos anos 1950 e se apoia em quatro regras.
Quais são as 4 regras do brainstorming?
Diehl e Stroebe (1987) resumem as regras do método assim: quanto mais ideias, melhor; quanto mais livre a ideia, melhor; melhore ou combine ideias já sugeridas; e não critique. Na nossa prática, a que mais se perde numa sala de PME é a de combinar e melhorar, porque a conversa anda rápido demais para alguém pegar a ideia do outro e desenvolvê-la.
Quais são as 3 fases do brainstorming?
Na organização que usamos na CGLC, as três fases são preparação, geração e seleção. Na preparação o problema é escrito em uma frase com número e as pessoas certas são convidadas. Na geração as ideias saem sem julgamento, primeiro em silêncio e depois em voz alta. Na seleção elas são comparadas com critério declarado, e essa terceira fase funciona melhor como reunião separada, em outro dia.
Como fazer um brainstorming passo a passo?
Este é o roteiro da CGLC, montado a partir do que a pesquisa relata: escreva o problema em uma frase com número; dê dez minutos de geração individual em silêncio; peça que cada um leia a lista inteira sem ser interrompido; faça uma segunda rodada individual depois de todos terem ouvido; marque a escolha para outro dia; na seleção, instrua explicitamente o time a escolher a ideia mais original; e feche cada ideia aprovada com responsável, gatilho e data.
Quais são as técnicas de brainstorming mais usadas?
A rodada individual antes da conversa, o brainwriting (cada um escreve e os papéis circulam), o 6-3-5 (seis pessoas, três ideias, cinco minutos, em rodadas), o brainstorming reverso (listar como piorar o problema e depois inverter) e o brainstorming individual. Quase todas atacam o mesmo gargalo, que é só uma pessoa poder falar por vez. Mullen, Johnson e Salas (1991) relatam, no resumo da meta-análise deles, perda maior quando as contribuições eram faladas e gravadas em comparação com contribuições escritas.
Brainstorming em grupo funciona mesmo?
Leitura da CGLC: funciona quando o formato é desenhado para isso. Dos 22 experimentos reunidos por Diehl e Stroebe (1987), 18 relataram desempenho superior dos grupos nominais, o mesmo número de pessoas trabalhando separadas, e os 4 sem diferença envolviam duplas. Mullen, Johnson e Salas (1991) relatam no resumo que grupos de brainstorming são, de modo geral, significativamente menos produtivos que grupos nominais. Por isso o roteiro deste artigo começa em silêncio e só depois abre a conversa, para ficar com o ganho de ouvir os outros sem pagar o custo de esperar a vez de falar.
Fontes e referências
- Diehl, M., e Stroebe, W. (1987). Productivity loss in brainstorming groups: Toward the solution of a riddle. Journal of Personality and Social Psychology, 53(3), 497-509. https://doi.org/10.1037/0022-3514.53.3.497
- Mullen, B., Johnson, C., e Salas, E. (1991). Productivity loss in brainstorming groups: A meta-analytic integration. Basic and Applied Social Psychology, 12(1), 3-23. https://doi.org/10.1207/s15324834basp1201_1
- Rietzschel, E. F., Nijstad, B. A., e Stroebe, W. (2010). The selection of creative ideas after individual idea generation: Choosing between creativity and impact. British Journal of Psychology, 101(1), 47-68. https://doi.org/10.1348/000712609X414204
- A frase de Osborn e as quatro regras do método são reproduzidas neste artigo conforme transcritas por Diehl e Stroebe (1987), que citam a página 229 do livro dele. Sobre Mullen, Johnson e Salas (1991) e Rietzschel, Nijstad e Stroebe (2010), este artigo relata o que consta dos resumos publicados. As técnicas nomeadas na Tabela 3 são descrições de formatos correntes de facilitação, sem eficácia atribuída às fontes acima, com a exceção declarada na própria legenda.
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Por: Clayton Lambert, engenheiro de produção com trinta anos de indústria, responsável pelo silo de Inovação da CGLC. A CGLC (Centro de Gestão e Liderança Contemporânea) é um laboratório de cocriação de soluções que apoia empresas e líderes no desenvolvimento de lideranças, cultura de inovação e gestão de pessoas.
Publicado em 19/08/2026. Última atualização: 08/09/2026.
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