Brainstorming é uma reunião de geração de ideias em que um grupo levanta o maior número possível de soluções para um problema, sem julgar nenhuma delas na hora. A palavra vem do inglês e é traduzida como “tempestade de ideias”. O formato foi popularizado pelo publicitário Alexander Osborn em livro dos anos 1950 e virou o formato padrão das reuniões de ideia.
Este texto explica o que é, como conduzir passo a passo, e o que aconteceu quando pesquisadores foram medir se o método cumpre o que promete. Onde houver leitura da CGLC, e não achado de fonte, isso vem escrito.
Resumo rápido
- Definição. Brainstorming é a reunião em que um grupo gera ideias sobre um problema com as críticas suspensas, para separar o momento de propor do momento de avaliar.
- A promessa original era numérica. Osborn afirmou que, seguindo as regras, “a pessoa média consegue pensar o dobro de ideias trabalhando com um grupo do que trabalhando sozinha”. A frase está transcrita literalmente em Diehl e Stroebe (1987), que citam a página 229 do livro dele.
- Testada, a promessa se inverteu. Dos 22 experimentos reunidos por Diehl e Stroebe (1987), 18 relataram desempenho dos grupos nominais (o mesmo número de pessoas trabalhando separadas) superior ao dos grupos reunidos, e os 4 sem diferença eram todos de duplas.
- A meta-análise da área confirma e vai além. Mullen, Johnson e Salas (1991) relatam que a perda foi maior em grupos maiores e na presença do experimentador.
- Por que isso acontece ainda é discutido. Diehl e Stroebe atribuem a maior parte da perda ao bloqueio de produção, ou seja, ao fato de só uma pessoa poder falar por vez. Mullen e colegas relatam padrões só marginalmente consistentes com mecanismos procedimentais, família em que o bloqueio se encaixa por leitura nossa.
- E o problema não termina na geração. Rietzschel, Nijstad e Stroebe (2010) identificaram a tendência forte dos participantes deles a selecionar ideias viáveis e desejáveis, ao custo da originalidade, como a razão principal do desempenho ruim na hora de escolher.
- Leitura da CGLC. Na PME, o problema raramente é falta de ideia. É que a ideia escolhida é quase sempre a mais parecida com o que já se faz, e ninguém percebe que a escolha foi o filtro.
O que é brainstorming
Brainstorming é um formato de reunião com um objetivo único: produzir muitas ideias sobre um problema antes de qualquer julgamento sobre elas. A lógica é separar duas atividades que normalmente acontecem juntas e atrapalham uma à outra. Enquanto se propõe, não se critica. Enquanto se critica, não se propõe.
O termo foi popularizado por Alexander Osborn, publicitário norte-americano, em livro dos anos 1950. Diehl e Stroebe (1987) resumem as regras do método assim: quanto mais ideias melhor, quanto mais livre a ideia melhor, melhore ou combine ideias já sugeridas, e não critique. São as quatro regras que os manuais de facilitação repetem até hoje.
| Regra clássica | O que ela quer dizer | O que costuma acontecer na prática |
|---|---|---|
| Sem crítica | Nenhuma ideia é avaliada durante a geração | A crítica não é dita, mas aparece na expressão de quem ouve, e quem propôs percebe |
| Quantidade primeiro | Quanto mais ideias, maior a chance de haver uma boa | O grupo para quando a lista parece suficiente, não quando as ideias acabam |
| Ideia livre é bem-vinda | Quanto mais fora do padrão, melhor | Quem propõe algo distante costuma emendar sozinho o motivo pelo qual não daria certo |
| Combinar e melhorar | Pegar carona na ideia do outro é encorajado | É o ganho que o formato em grupo promete, e é o que mais se perde quando um só fala |
Até aqui, nada polêmico. O que quase nunca aparece nos materiais que ensinam a técnica é que a promessa de Osborn era uma afirmação numérica, e que ela foi testada.
O que a pesquisa encontrou quando foi medir
Osborn escreveu que, seguindo as quatro regras, “a pessoa média consegue pensar o dobro de ideias trabalhando com um grupo do que trabalhando sozinha”. A frase está transcrita literalmente por Diehl e Stroebe (1987), que a atribuem à página 229 do livro dele. É uma afirmação verificável, e foi verificada.
O teste padrão da área compara dois arranjos. De um lado, o grupo real, que é o que todo mundo conhece: as pessoas na mesma sala, falando umas com as outras. De outro, o grupo nominal, que não é grupo coisa nenhuma: é o mesmo número de pessoas gerando ideias separadas, cada uma por conta, e no fim alguém junta tudo e tira as repetidas.
No artigo de 1987, essa soma é descrita como a produtividade que se esperaria caso a interação do grupo não tivesse efeito. É por isso que o arranjo serve de régua. Se Osborn estivesse certo, o grupo real deveria ganhar com folga.
Diehl e Stroebe (1987) reuniram 22 desses experimentos numa tabela. O resultado é o gráfico abaixo.

Nenhum dos 22 experimentos relatou vantagem do grupo reunido. Segundo Diehl e Stroebe, o primeiro a testar a promessa foi o estudo de Taylor, Berry e Block, de 1958, e ele já tinha achado o contrário: os grupos nominais produziram quase o dobro de ideias diferentes que os grupos reais. O dobro, sim, mas para o outro lado.
Mullen, Johnson e Salas (1991) fizeram a integração meta-analítica dessa literatura. O resumo do artigo diz que, de modo geral, grupos de brainstorming são significativamente menos produtivos que grupos nominais, tanto em quantidade quanto em qualidade.
O resumo acrescenta quatro condições em que a perda foi maior:
- Grupos maiores. Quanto mais gente na sala, maior a perda relatada.
- Presença do experimentador. Nas condições em que quem conduzia o estudo acompanhava a sessão, a perda cresceu.
- Contribuição falada e gravada, em comparação com contribuição escrita.
- Comparação com pessoas de fato sozinhas, em vez de pessoas trabalhando separadas, mas na mesma sala.
Leitura da CGLC: a configuração mais comum das nossas reuniões de ideias é chamar muita gente e deixar o dono ou o diretor sentado à mesa acompanhando. Duas das quatro condições do resumo de Mullen e colegas descrevem essa cena: grupos maiores e presença do experimentador, que é quem conduz o estudo. Ler a segunda como o chefe assistindo à reunião é transposição nossa, de laboratório para empresa, e não achado dos autores.
Por que o grupo rende menos, e por que ainda se discute isso
Aqui vale um cuidado que é fácil não tomar. As duas fontes principais concordam sobre o fato e discordam sobre a causa.
Diehl e Stroebe (1987) testaram três explicações concorrentes em quatro experimentos. A primeira é a que os autores chamam de free riding: a pessoa se esforça menos porque o resultado sai em nome do grupo. A segunda é o receio de ser avaliado. A terceira é o bloqueio de produção: numa conversa, só uma pessoa fala por vez, e quem espera a vez precisa segurar a própria ideia enquanto ouve a dos outros.
No Experimento 2 deles, induzir o receio de avaliação reduziu a produção no brainstorming individual. Mas no Experimento 3 a interação esperada não apareceu, o que, nas palavras dos próprios autores, levanta dúvidas sobre o receio de avaliação como explicação principal.
No Experimento 4 eles manipularam o bloqueio diretamente. O contraste entre as condições com bloqueio e sem bloqueio deu F(1,10) = 42,22, p < 0,01, com 96% da variância entre as condições atribuída a essa comparação. Trabalhando em condições que permitiam verbalizar as ideias no instante em que ocorriam, os participantes produziram aproximadamente o dobro de ideias em relação às condições em que precisavam esperar a vez.
Os autores também registram que não era falta de tempo: na condição de grupo, a fala, contados todos os comentários, ocupou apenas 73% do tempo total disponível. Havia silêncio sobrando.
Mullen, Johnson e Salas (1991), porém, chegam a outra ênfase. O resumo deles diz que os padrões observados são altamente consistentes com mecanismos de psicologia social, apenas marginalmente consistentes com mecanismos procedimentais e altamente inconsistentes com mecanismos econômicos. Bloqueio de produção é uma explicação de tipo procedimental, e esse encaixe é leitura nossa: o resumo nomeia as famílias sem dizer em qual eles colocam o bloqueio.
Leitura da CGLC: essa divergência não enfraquece a conclusão, ela a torna mais útil. O que está estabelecido é que a sala reunida rende menos. O que ainda se discute é o quanto disso vem da mecânica de falar um por vez e o quanto vem do que acontece entre as pessoas quando elas estão se olhando.
Quem organiza uma reunião não precisa resolver essa disputa. A saída que usamos é mexer nas duas ao mesmo tempo, na mecânica de falar um por vez e no que acontece entre as pessoas, e é o que o roteiro mais adiante faz.
Gerar não é o fim do problema: a escolha tem defeito próprio
Existe uma conclusão rápida que se costuma tirar de tudo isso: se as pessoas sozinhas geram mais, basta pedir que cada um escreva as ideias em casa e depois usar a reunião só para decidir. A ideia é razoável e resolve metade do problema. A outra metade é pior.
Rietzschel, Nijstad e Stroebe (2010) abrem o artigo registrando o pressuposto comum de que inovação bem-sucedida depende de geração criativa, e de que quanto mais ideias forem geradas, maior deveria ser a probabilidade de escolher uma muito boa.
Eles registram que a pesquisa já havia mostrado que as pessoas não têm desempenho ótimo na seleção de ideias, e que o volume gerado pode não contribuir muito para a escolha criativa. O objetivo dos estudos deles era explicar esse fenômeno.
O que identificaram como razão principal do desempenho ruim na seleção foi a tendência forte dos participantes a escolher ideias viáveis e desejáveis, ao custo da originalidade. Duas tentativas de melhorar isso mexendo no processamento das ideias (instruções de exclusão e notas de qualidade) não tiveram efeito sobre a eficácia da seleção.
Uma coisa funcionou, e ela vem com um preço declarado pelos autores. Instruir explicitamente os participantes a escolher ideias criativas ou originais melhorou a eficácia da seleção quanto à originalidade, mas ao mesmo tempo diminuiu a satisfação dos participantes e a eficácia percebida das ideias escolhidas. Os autores discutem o resultado como um compromisso entre eficácia e originalidade.
Leitura da CGLC: é o achado mais aplicável dos três, e o mais desconfortável. Se o dono de uma PME pedir ao time que escolha a ideia mais original, ele vai conseguir uma seleção mais original e um time menos convencido dela. Sair da reunião com todo mundo satisfeito e uma ideia segura não é sinal de sucesso. Muitas vezes é a assinatura do problema.
Como fazer brainstorming na prática
O roteiro abaixo é a versão que usamos quando conduzimos uma sessão de ideias dentro de uma PME. Ele leva cerca de noventa minutos e cabe numa sala com o dono, o encarregado da área e mais três ou quatro pessoas que executam. É recomendação da CGLC, montada a partir do que as fontes acima relatam. Não é protocolo publicado por elas.
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1. Escreva o problema em uma frase, com número
“Perdemos 12 pedidos por mês por atraso na expedição” é um problema. “Melhorar a expedição” é um assunto. Assunto não gera ideia, gera conversa
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2. Gere sozinho antes de gerar junto
Dez minutos de silêncio, cada um escrevendo no próprio papel, sem falar. É a versão de sala do arranjo que a pesquisa chama de grupo nominal, que rendeu mais em 18 dos 22 experimentos. Nos estudos as pessoas geravam de fato separadas
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3. Leia tudo antes de comentar qualquer coisa
Cada um lê a própria lista inteira, sem interrupção e sem defesa. Só depois da última lista alguém abre a boca. Isso desarma o bloqueio de produção sem perder o aproveitamento das ideias dos outros
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4. Faça uma segunda rodada individual
Mais cinco minutos de silêncio, agora tendo ouvido todo mundo. É aqui que aparece a combinação de duas ideias, que é o que o formato em grupo promete de melhor
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5. Separe a seleção da geração, em outro dia
Escolher no calor da sessão empurra para a ideia segura. Marque a decisão para outro momento e leve a lista fechada
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6. Na seleção, peça originalidade em voz alta
Diga explicitamente que a tarefa é escolher a mais original. A mais fácil já ganha sozinha. E avise o time de que a escolha vai parecer menos confortável, porque é assim mesmo
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7. Feche cada ideia escolhida em plano
Ideia sem responsável com nome, gatilho e data volta para a parede. Aqui o instrumento é o plano de ação, não a sessão de ideias
Na nossa prática: o passo 2 é o que mais encontra resistência, porque parece burocrático demais para uma sala de cinco pessoas. É também o passo mais próximo do arranjo que a evidência sustenta. E o passo 5 é o que mais muda o resultado no mês seguinte. Para transformar a ideia escolhida em algo que chega a quem executa, o caminho está no plano de ação em 5W2H.
Os erros que mais aparecem
| Erro | Por que atrapalha | O que fazer no lugar |
|---|---|---|
| Chamar muita gente | Mullen e colegas relatam perda maior em grupos maiores | Cinco ou seis pessoas que conhecem o problema de perto |
| O dono sentado assistindo | O resumo relata perda maior na presença do experimentador; ler isso como o chefe assistindo é leitura da CGLC | Ou o dono participa gerando ideia como os outros, ou não fica na sala |
| Começar todo mundo falando | Só um fala por vez, e quem espera perde a ideia | Silêncio e papel nos dez primeiros minutos |
| Decidir no fim da mesma reunião | Decidir no impulso empurra para a ideia viável e conhecida, e isso é leitura da CGLC | Separar a sessão de decisão, com instrução explícita de originalidade |
| Parar quando a lista parece boa | A regra da quantidade parte do princípio de que a chance de haver uma boa ideia cresce com o número delas | Fechar por tempo combinado, não por sensação de suficiente |
| Sair sem responsável e sem data | A sessão vira memória afetiva e nada muda na operação | Cada ideia aprovada sai com nome, gatilho e data |
Na nossa prática: em PME, os dois erros que mais se repetem são o quarto e o sexto. A sala se anima, escolhe no impulso a ideia mais próxima do que já se faz, e ninguém sai responsável por nada. Trinta dias depois, alguém pergunta em que pé ficou aquilo e a resposta é o silêncio. O que matou o projeto não foi a falta de criatividade. Foi a última meia hora da reunião.
Se a sua empresa precisa de um método de trabalho, e não só de uma sessão pontual, o tema mais amplo está no guia de cultura de inovação, e a discussão sobre o que conta como inovação numa empresa pequena está em o que é inovação. Para desenhar o processo de ponta a ponta, veja como implementar inovação na empresa. E se o seu problema é de solução centrada no cliente, o caminho costuma ser o design thinking.
Sua empresa tem ideias de sobra e nenhuma que chegue à operação? No InovaPME a CGLC entra junto com o time, conduz as sessões de ideias e leva o que foi escolhido até virar rotina de quem executa.
Perguntas frequentes
O que é brainstorming e para que serve?
Brainstorming é uma reunião de geração de ideias em que um grupo levanta o maior número possível de soluções para um problema com as críticas suspensas. Serve para separar o momento de propor do momento de avaliar, que é o que costuma travar a conversa quando as duas coisas acontecem juntas. O formato foi popularizado pelo publicitário Alexander Osborn em livro dos anos 1950 e se apoia em quatro regras: não criticar, buscar quantidade, aceitar ideia livre e combinar ideias.
Como fazer um brainstorming passo a passo?
Este é o roteiro da CGLC, montado a partir do que a pesquisa relata: escreva o problema em uma frase com número; dê dez minutos de geração individual em silêncio; peça que cada um leia a lista inteira sem ser interrompido; faça uma segunda rodada individual depois de todos terem ouvido; marque a seleção para outro dia; na seleção, instrua explicitamente a escolher a ideia mais original; e feche cada ideia aprovada com responsável, gatilho e data.
Quantas pessoas devem participar de um brainstorming?
Mullen, Johnson e Salas (1991) relatam, no resumo da meta-análise deles, que a perda de produtividade foi maior em grupos maiores. Isso não define um número ideal, porque o resumo não traz um limiar. A recomendação da CGLC é de cinco ou seis pessoas que conheçam o problema de perto, e que quem observa sem participar fique fora da sala. Essa segunda parte é transposição nossa: o resumo relata perda maior na presença do experimentador, dentro do laboratório, e não trata de chefe assistindo à reunião.
Brainstorming em grupo funciona mesmo?
A evidência aponta para o contrário do que se costuma dizer. Dos 22 experimentos reunidos por Diehl e Stroebe (1987), 18 relataram desempenho superior dos grupos nominais (o mesmo número de pessoas trabalhando separadas), e os 4 sem diferença envolviam duplas. Mullen, Johnson e Salas (1991) relatam no resumo da meta-análise que, de modo geral, grupos de brainstorming são significativamente menos produtivos que grupos nominais, em quantidade e em qualidade. O formato em grupo não é inútil: o que a pesquisa relata é que as pessoas geraram mais ideias trabalhando separadas do que reunidas na mesma sala.
Por que o grupo reunido gera menos ideias?
As fontes concordam sobre o fato e discordam sobre a causa. Diehl e Stroebe (1987) manipularam o bloqueio de produção diretamente, o fato de só uma pessoa poder falar por vez, e determinaram que ele respondia pela maior parte da perda: os participantes produziram aproximadamente o dobro de ideias quando podiam falar na hora do que quando precisavam esperar a vez. Já Mullen, Johnson e Salas (1991) relatam padrões altamente consistentes com mecanismos de psicologia social e apenas marginalmente consistentes com mecanismos procedimentais, que é a família em que o bloqueio se encaixa por leitura nossa.
Qual a diferença entre brainstorming e brainwriting?
No brainstorming clássico as ideias são faladas em grupo. No brainwriting cada pessoa escreve as próprias ideias, e os papéis circulam para que os outros complementem. A distinção importa porque Mullen, Johnson e Salas (1991) relatam perda maior quando as contribuições eram faladas e gravadas em comparação com contribuições escritas. Leitura da CGLC: na prática, a escrita silenciosa no começo da sessão captura boa parte desse ganho sem exigir que a empresa adote um método novo.
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Fontes e referências
- Diehl, M., & Stroebe, W. (1987). Productivity loss in brainstorming groups: Toward the solution of a riddle. Journal of Personality and Social Psychology, 53(3), 497-509. https://doi.org/10.1037/0022-3514.53.3.497
- Mullen, B., Johnson, C., & Salas, E. (1991). Productivity loss in brainstorming groups: A meta-analytic integration. Basic and Applied Social Psychology, 12(1), 3-23. https://doi.org/10.1207/s15324834basp1201_1
- Rietzschel, E. F., Nijstad, B. A., & Stroebe, W. (2010). The selection of creative ideas after individual idea generation: Choosing between creativity and impact. British Journal of Psychology, 101(1), 47-68. https://doi.org/10.1348/000712609X414204
Por: Clayton Lambert, engenheiro de produção com trinta anos de indústria e responsável por Transformação e Inovação na CGLC. A CGLC (Centro de Gestão e Liderança Contemporânea) é um laboratório de cocriação de soluções que apoia empresas e líderes no desenvolvimento de lideranças, cultura de inovação e gestão de pessoas.
Publicado em 19/08/2026.
A CGLC (Centro de Gestão e Liderança Contemporânea) é um laboratório de cocriação de soluções que apoia empresas e líderes no desenvolvimento de lideranças, cultura de inovação e gestão de pessoas.
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