Treinamento de liderança é um conjunto planejado de atividades (aulas, prática, retorno sobre o comportamento e acompanhamento no trabalho) cujo objetivo é mudar o que o gestor faz com a equipe no dia a dia, e não apenas o que ele sabe sobre liderança. Pode ser uma oficina de um dia, um programa de meses ou uma trilha online, e pode ser combinado com acompanhamento individual.
Este guia mostra os formatos mais comuns, o que a pesquisa publicada em periódicos revisados por pares examinou sobre o que faz esse tipo de treinamento funcionar, como pensar o custo e quais perguntas fazer ao fornecedor antes de assinar. A leitura própria da CGLC vem marcada no texto, e as fontes estão no fim.
Resumo rápido
- O que é: atividades planejadas para mudar o comportamento do gestor com o time, com prática, retorno e acompanhamento depois da sala.
- O que a pesquisa examinou: a meta-análise de Lacerenza e colegas (2017) reuniu 335 amostras independentes e relata efeitos médios positivos em reações, aprendizado, transferência para o trabalho e resultados. O resumo apoia análise de necessidades, retorno, prática, sessões espaçadas, local no próprio trabalho e formato presencial não autoadministrado.
- O que pesa fora da sala: num estudo com 59 gestores de prefeituras suecas (Pousette e Grill, 2025), o resumo relata que o apoio do superior e dos colegas facilitou a transferência e que o estresse de papel a atrapalhou.
- Limite das fontes: nenhuma das três fontes tem a PME brasileira como foco. Os números não são previsão para a sua empresa.
- Custo: as fontes citadas não trazem preço. A conta da CGLC soma honorários, horas dos gestores fora da operação, materiais, local e acompanhamento depois da última sessão.
- O que cobrar: a ficha de 10 perguntas deste guia. A primeira é qual comportamento vai mudar e como será medido.
Na nossa prática: o treinamento de liderança costuma ser a primeira resposta quando um gestor “não está dando conta” da equipe. Às vezes é a resposta certa. Outras vezes o problema está na meta confusa, na sobrecarga ou na falta de apoio, e a sala de aula só adia a conversa.
Leitura da CGLC: o dono de PME raramente tem falta de oferta como problema. Falta critério para comparar propostas que parecem iguais no folheto. O objetivo deste guia é dar esse critério.
O que é treinamento de liderança e como ele se diferencia de desenvolvimento, coaching e mentoria
No dia a dia, os termos se misturam. Para comparar propostas, vale separar o que cada um entrega, porque o preço, o prazo e o resultado esperado mudam bastante de um para outro.
| Termo | O que costuma ser | Onde aprofundar |
|---|---|---|
| Treinamento | Atividade com início e fim, focada em comportamentos e habilidades específicas, em geral em turma | Este guia |
| Desenvolvimento | Processo mais longo, que combina treinamento, experiência no cargo, retorno e planejamento de carreira | Guia de desenvolvimento de lideranças |
| Coaching | Acompanhamento individual, centrado em objetivos que a própria pessoa define | Coaching executivo |
| Mentoria | Relação com alguém mais experiente, que aconselha a partir da própria trajetória | Programa de mentoria |
Leitura da CGLC: na PME, os quatro costumam coexistir. Um programa bem desenhado usa o treinamento para dar linguagem e prática comuns, e o coaching ou a mentoria para o que é individual. Contratar só um deles e esperar o efeito dos quatro é a fonte mais comum de frustração.
Os formatos de treinamento de liderança e quando cada um faz sentido
A tabela abaixo organiza os formatos que as empresas mais encontram. As colunas “Como funciona” e “Quando costuma fazer sentido na PME” são leitura da CGLC. A coluna “O que conferir” usa, quando possível, características que Lacerenza e colegas (2017) associam a treinamentos mais eficazes, e as demais entradas são leitura da CGLC. A meta-análise não compara os formatos desta tabela (oficina, curso aberto, in company e outros) nem preço.
| Formato | Como funciona | Quando costuma fazer sentido na PME | O que conferir |
|---|---|---|---|
| Palestra ou oficina pontual | Um encontro, em geral de um dia ou menos | Alinhar vocabulário, abrir uma conversa, mobilizar a equipe | Se há prática e retorno no próprio encontro, e o que acontece depois dele |
| Curso aberto externo | O gestor frequenta turma de outras empresas | Quando só uma ou duas pessoas precisam do conteúdo | Como o aprendizado volta para a rotina e quem apoia a aplicação |
| Programa in company em sessões espaçadas | Vários encontros ao longo de semanas ou meses, com o time da própria empresa | Quando o grupo de gestores tem desafios parecidos e precisa de método comum | Intervalo entre as sessões, prática com casos reais e retorno individual |
| Trilha online autoguiada | Conteúdo gravado, que o gestor faz sozinho | Complemento para conceitos e repertório | Lacerenza e colegas (2017) apoiam o formato presencial, não autoadministrado, então use como apoio, não como programa único |
| Aprendizagem na ação | O gestor trabalha um problema real da empresa com apoio de facilitador | Quando existe um desafio concreto de liderança a resolver | Quem define o problema, quem avalia e como o resultado é medido |
| Acompanhamento individual (complemento) | Coaching ou mentoria, em sessões individuais, combinado a outro formato | Transição de papel, líder com desafio específico | Objetivo combinado por escrito e participação do superior |
Leitura da CGLC: não existe formato melhor em abstrato. O que existe é o formato coerente com o tamanho do problema e com o tempo que a empresa consegue tirar da operação. Uma oficina de um dia não troca hábito de gestão, e um programa de seis meses é exagero para quem só precisa alinhar uma regra de reunião.
O que a pesquisa examinou sobre o que faz o treinamento de liderança funcionar
Três fontes revisadas por pares sustentam esta seção. Elas medem coisas diferentes, e por isso os números de uma não devem ser postos ao lado dos números da outra.
A meta-análise de Lacerenza e colegas (2017)
Lacerenza e colegas (2017) reuniram 335 amostras independentes de treinamentos de liderança, usando apenas dados de funcionários, e estimaram o efeito em quatro critérios: reações dos participantes, aprendizado, transferência para o trabalho e resultados. O resumo relata efeitos médios de 0,63 em reações, 0,73 em aprendizado, 0,82 em transferência e 0,72 em resultados, e afirma que o treinamento é mais eficaz do que se pensava.
O estudo também examina 15 características de desenho e entrega. Segundo ele, as análises apoiam o uso de análise de necessidades, retorno sobre o desempenho, mais de um método de entrega (especialmente prática), sessões espaçadas, local no próprio ambiente de trabalho e formato presencial que não seja autoadministrado. Conteúdo, política de presença e duração também influenciam a eficácia.
O mesmo resumo abre dizendo que, segundo estimativas citadas, a maior parte do orçamento de treinamento das organizações vai para liderança, e que só uma minoria das organizações acredita que esses programas sejam altamente eficazes. É o contexto em que a meta-análise foi feita.
A meta-análise de Collins e Holton (2004)
Collins e Holton (2004) integraram 83 estudos, de 1982 a 2001, sobre programas de desenvolvimento de liderança gerencial. O resumo relata efeitos de 0,96 a 1,37 para desfechos de conhecimento, de 0,35 a 1,01 para desfechos de expertise e uma média de 0,39 para o que chama de resultados de sistema.
Os autores relatam efeitos maiores em desfechos de conhecimento (0,96 a 1,37) do que na média dos resultados de sistema (0,39). O resumo registra ainda que as intervenções mais eficazes usavam delineamento de pré- e pós-teste com um único grupo. Leitura da CGLC: sem grupo de comparação, parte da melhora pode ter outras causas, o que pede cautela com os efeitos maiores. Quem compra treinamento costuma pagar pelo conhecimento e esperar o resultado de sistema.
O estudo de Pousette e Grill (2025)
Pousette e Grill (2025) acompanharam 59 gestores de prefeituras suecas durante um treinamento de comportamento gerencial de três meses, em seis sessões. Os subordinados avaliaram o desempenho de liderança antes (406 respondentes) e depois (377). O resumo relata que o apoio da gestão superior e dos colegas gestores facilitou a transferência, que o estresse de papel a atrapalhou e que a prontidão do gestor para a mudança melhorou a transferência.
É um estudo com gestores de administrações municipais, no setor público e em outro país, e não mede preço nem compara formatos. Leitura da CGLC: o resultado do treinamento tende a depender do que acontece no trabalho depois dele.
| Fonte | O que examinou | O que o resumo relata | Limite (leitura da CGLC) |
|---|---|---|---|
| Lacerenza e colegas (2017) | 335 amostras de treinamentos de liderança, 4 critérios e 15 características de desenho | Efeitos médios positivos nos 4 critérios; apoio ao uso de análise de necessidades, retorno, prática, sessões espaçadas e formato presencial | O resumo não informa porte nem setor das organizações |
| Collins e Holton (2004) | 83 estudos de 1982 a 2001, em 3 tipos de desfecho (conhecimento, expertise e resultados de sistema) | Efeitos maiores em conhecimento do que em resultados de sistema | Estudos de até 2001; melhores efeitos com delineamento sem grupo de comparação |
| Pousette e Grill (2025) | 59 gestores municipais na Suécia, 6 sessões em 3 meses | Apoio do superior e dos colegas facilitou a transferência; estresse de papel atrapalhou | Gestores municipais suecos, setor público, outro país |
Nenhuma das três tem a PME brasileira como foco, e os resumos não descrevem empresa pequena. Por isso os números acima são referência de estudos de outros contextos, não previsão nem estimativa para o seu caso.
Como montar o treinamento para que ele chegue ao trabalho
A CGLC organiza em cinco passos: quatro correspondem a características que Lacerenza e colegas (2017) apoiam, e o quinto, de medição, é critério da casa. A sequência é um método de aplicação, e não uma descrição da meta-análise.
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1. Diagnostique
Descubra qual comportamento do gestor está custando resultado, ouvindo equipe, superior e dados
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2. Espace as sessões
Encontros curtos, com intervalo para o gestor testar entre um e outro
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3. Pratique com caso real
Ensaiar a conversa difícil que o gestor terá de fato na semana seguinte
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4. Dê retorno
Alguém observa e devolve o que viu, com o time e o superior no circuito
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5. Meça contra o diagnóstico
Compare o comportamento depois com o do começo, não só a nota de satisfação
A tabela mostra, para cada passo, a pergunta de controle e o registro que a empresa deve guardar.
| Passo | Pergunta de controle | O que fica registrado |
|---|---|---|
| 1. Diagnosticar | Que comportamento observável vamos mudar? | Uma a três situações-alvo, descritas em frases |
| 2. Espaçar | O gestor tem tempo para testar entre uma sessão e outra? | Calendário com intervalo e tarefa entre os encontros |
| 3. Praticar | O caso trabalhado é da empresa ou de livro? | Roteiros das conversas ensaiadas |
| 4. Dar retorno | Quem observa o gestor em ação? | Retorno por escrito, com data |
| 5. Medir | O comportamento mudou aos olhos do time? | Comparação antes e depois, com a mesma pergunta |
Leitura da CGLC: o passo mais esquecido é o quarto. O retorno que o gestor recebe sobre o próprio comportamento é a matéria-prima da mudança, e o guia sobre como dar feedback mostra como fazer essa conversa sem virar cobrança.
Quanto custa um treinamento de liderança: o que entra na conta
As fontes citadas não trazem preço, e por isso este guia não cita valores. O que dá para fazer é listar o que compõe o custo, para comparar propostas pela mesma régua.
| Item de custo | O que perguntar | Quem costuma esquecer (leitura da CGLC) |
|---|---|---|
| Honorários do programa | O valor é por turma, por pessoa ou por hora? O que está incluso? | Quem compara só o valor final |
| Horas dos gestores fora da operação | Quantas horas, em que dias, com quem cobrindo a rotina? | Quase todo mundo |
| Materiais e plataforma | O material é da empresa depois do programa? | Quem contrata trilha online |
| Local e deslocamento | As sessões são na empresa ou fora? | Quem compara curso aberto com in company |
| Acompanhamento depois da última sessão | Há retorno e medição depois do último encontro? | Quem trata o treinamento como evento |
| Tempo do superior | O que se pede do dono ou diretor durante o programa? | O próprio dono |
Leitura da CGLC: uma forma simples de comparar é o custo total do programa: honorários, mais as horas dos gestores multiplicadas pelo custo de cada hora, mais os extras. Divida o total pelo número de gestores e pergunte quantos deles mudaram o comportamento que motivou a compra. Proposta barata sem acompanhamento depois costuma sair cara por esse critério.
O que cobrar do fornecedor: a ficha de 10 perguntas
As perguntas de 2 a 6 correspondem às características que Lacerenza e colegas (2017) apoiam, e a 7 vem do que Pousette e Grill (2025) relatam sobre o apoio do superior e dos colegas. As perguntas 1, 8, 9 e 10, e a coluna “Sinal de alerta”, são leitura da CGLC.
| # | Pergunta ao fornecedor | Resposta que serve | Sinal de alerta (leitura da CGLC) |
|---|---|---|---|
| 1 | Qual comportamento do gestor vai mudar e como vocês medem isso? | Comportamento observável, com forma de medir | “Vamos inspirar os líderes” |
| 2 | Como é feito o diagnóstico antes do desenho? | Conversa com gestores, superior e equipe | Programa de prateleira, igual para todos |
| 3 | Quantas sessões, e com que intervalo? | Encontros espaçados, com tarefa entre eles | Tudo em um dia só |
| 4 | Quanto do tempo é prática? | Prática com situações da empresa | Predominância de aula expositiva |
| 5 | Como o gestor recebe retorno? | Retorno individual, por pessoa que o viu agir | Só uma pesquisa de satisfação |
| 6 | Onde acontece e quem conduz? | Presencial, com facilitador, no ambiente de trabalho quando possível | Conteúdo gravado como único formato |
| 7 | O que vocês pedem ao superior dos gestores? | Papel claro para o dono ou diretor | Nenhum pedido ao superior |
| 8 | Como o conteúdo se adapta ao porte e ao setor da nossa empresa? | Exemplos e casos de empresas do nosso tamanho | Casos só de grandes corporações |
| 9 | O que é medido no fim, e quando? | Comportamento e resultado, em prazos combinados | Só nota de satisfação no último dia |
| 10 | O que fica com a empresa depois? | Material, método e acompanhamento | Nada transferido, dependência do fornecedor |
O que o artigo de Lacerenza e colegas (2017) não responde é qual combinação dessas características cabe no orçamento da sua empresa. Isso depende do tamanho do grupo, do tempo disponível e do problema a resolver.
Quando o treinamento de liderança não resolve
O estudo de Pousette e Grill (2025) relata que o estresse de papel atrapalhou a transferência e que o apoio dos superiores e dos colegas a facilitou. Leitura da CGLC: na prática, o gestor treinado volta para o mesmo cargo e as mesmas pressões.
Leitura da CGLC: antes de contratar, vale perguntar se o problema é de habilidade ou de sistema. Metas contraditórias, sobrecarga, falta de autonomia e um superior que desfaz o combinado não se resolvem com sala de aula. Nesses casos, o ponto de partida é conversar com o dono ou o diretor.
O inverso também vale. Se o diagnóstico mostra uma lacuna de habilidade (conduzir reunião, delegar, dar retorno), o treinamento é a ferramenta certa, e o plano de desenvolvimento individual é um bom jeito de registrar o combinado entre o gestor e o superior depois da última sessão.
Por onde começar em 60 dias
Esta é uma proposta da CGLC para a PME que ainda não tem programa de liderança, e não um resultado de pesquisa.
- Semanas 1 e 2: faça o diagnóstico com uma ou duas situações-alvo, ouvindo os gestores e as equipes.
- Semana 3: peça duas ou três propostas e compare com a ficha de 10 perguntas e a tabela de custo.
- Semanas 4 a 7: rode um piloto com um grupo pequeno, em sessões espaçadas, com prática e retorno.
- Semana 8: compare o comportamento de antes e de depois com a mesma pergunta feita ao time, e decida se amplia.
Quer um treinamento de liderança que chegue ao trabalho? No Programa de Desenvolvimento de Lideranças da CGLC, começamos pelo diagnóstico e acompanhamos o gestor depois das sessões, com prática, retorno e medição.
Perguntas frequentes
O que é treinamento de liderança?
É um conjunto planejado de atividades que busca mudar o comportamento do gestor com a equipe, e não só ampliar o que ele sabe sobre liderança. Combina conteúdo, prática, retorno e acompanhamento no trabalho. Pode ser uma oficina de um dia, um programa de meses ou uma trilha online, e pode ser combinado com acompanhamento individual (coaching ou mentoria). O formato muda o prazo, o custo e o efeito esperado.
Treinamento de liderança funciona?
Lacerenza e colegas (2017), em uma meta-análise de 335 amostras, relatam efeitos médios positivos em reações, aprendizado, transferência e resultados, e que a eficácia varia com o desenho e a entrega. O estudo não descreve PME nem o Brasil, então o número não é previsão para a sua empresa.
Qual o melhor formato de treinamento de liderança para uma PME?
As fontes citadas não apontam um formato único, e nenhuma tem a PME brasileira como foco. Lacerenza e colegas (2017) apoiam sessões espaçadas, prática, retorno e formato presencial não autoadministrado. Leitura da CGLC: para a PME, um programa curto in company, com poucos gestores e um problema concreto, costuma ser o ponto de partida mais seguro.
Quanto custa um treinamento de liderança?
As fontes citadas não trazem preço. Leitura da CGLC: o custo soma honorários, horas dos gestores fora da operação, materiais, local e acompanhamento depois. Peça duas ou três propostas e compare o custo total dividido pelo número de gestores, e não só o valor do contrato.
Como saber se o treinamento deu resultado?
Lacerenza e colegas (2017) usam quatro critérios: reações, aprendizado, transferência e resultados. Leitura da CGLC: na PME, o mais útil é comparar o comportamento do gestor antes e depois, com a mesma pergunta feita ao time. Só a nota de satisfação do último dia mede reação, e não mudança.
Outros artigos relacionados
- Desenvolvimento de lideranças: o guia para a PME
- Coaching executivo: o que é, para que serve e quando não resolve
- Programa de mentoria: como montar na PME
- Como dar feedback
- Plano de desenvolvimento individual
Fontes e referências
- Lacerenza, C. N., Reyes, D. L., Marlow, S. L., Joseph, D. L., & Salas, E. (2017). Leadership training design, delivery, and implementation: A meta-analysis. Journal of Applied Psychology, 102(12), 1686-1718. https://doi.org/10.1037/apl0000241
- Collins, D. B., & Holton, E. F., III. (2004). The effectiveness of managerial leadership development programs: A meta-analysis of studies from 1982 to 2001. Human Resource Development Quarterly, 15(2), 217-248. https://doi.org/10.1002/hrdq.1099
- Pousette, A., & Grill, M. (2025). What makes leadership training work? A process evaluation. Scandinavian Journal of Work and Organizational Psychology, 10(1). https://doi.org/10.16993/sjwop.268
Por: Wilma Morais, consultora de liderança e desenvolvimento organizacional da CGLC. A CGLC (Centro de Gestão e Liderança Contemporânea) é um laboratório de cocriação de soluções que apoia empresas e líderes no desenvolvimento de lideranças, cultura de inovação e gestão de pessoas.
Publicado em 06/10/2026.
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